Admirador do Time de Guerreiros antes mesmo de fazer parte do grupo, Leandro Euzébio é só felicidade com a medalha de campeão brasileiro pendurada no peito. Eleito o terceiro melhor zagueiro do campeonato, atribui a eficiência ao trabalho intensivo comandado pelo técnico Muricy Ramalho e garante que sempre quando entra em campo dá a vida pelo Fluminense. Veja abaixo uma matéria exclusiva com o zagueirão que, assim como Emerson, revela que o grande segredo do título é o bom ambiente do elenco.
Amor antigo
“Sempre tive esse estilo de vibrar com as jogadas. Quando entro em campo dou a vida pelo Fluminense, pela minha torcida. Uma das coisas que mais motivou foi a arrancada que eles deram no ano passado. Todo mundo dava o clube como rebaixado, na época até comentei com os meus companheiros do Goiás que o futebol é dentro de campo e essa história de matemática em algumas situações só ilude. Aquela vibração de cada jogador me motivou a ter esse comportamento.”
A importância do Muricy
“Tudo parte do trabalho que fazemos no dia-a-dia com o professor Muricy. Ele passou confiança para a gente, trabalhou bastante essas jogadas e sempre incentivou para quando surgissem as oportunidades irmos para a área. Graças a Deus consegui me destacar, consegui fazer gols importantes, isso é uma constante na minha carreira.”
O sabor de ser estar na lista dos melhores do Brasileirão
“É importante demais para a carreira de qualquer jogador disputar o título e ser eleito um dos melhores jogadores do campeonato. Isso não foi conquistado sozinho, contei com a ajuda de todos do grupo, do professor Muricy Ramalho e do Ronaldo Torres, um excelente profissional. Isso só deixa a gente mais maduro para lutar mais e mais, ainda mais por ter concorrido com jogadores que vão para a Seleção Brasileira como o Réver e o Miranda.”
Jogo mais importante
“O jogo mais especial para mim foi a nossa vitória sobre o Cruzeiro, não só pelo gol, mas principalmente por tudo que vivi no Cruzeiro, algumas coisas que aconteceram e não gostei. Esse jogo sem dúvida nenhuma teve um gosto especial e naquele momento pegamos a liderança.”
Bom ambiente do grupo
“O ambiente do clube me ajudou a ter uma fácil adaptação. Todo mundo aqui deixa quem chega bem à vontade para exercer o seu trabalho, inclusive já conversamos entre nós que aqui no Fluminense só não joga bem quem não quer porque não tem pressão, as pessoas aqui deixam a gente trabalhar. Não vem diretor, dirigente se meter no nosso dia-a-dia e isso sem dúvida faz com que a gente possa treinar bem e se dedicar cada vez mais. Em várias equipes que passei, diretor, presidente faziam reunião toda hora e pressionavam demais. O ambiente realmente é muito bom.”
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